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março 25
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estou sempre rezando, o tempo feliz de uma sagração de tudo, na carne do cotidiano encontram-se as partículas de deus como amor consagrado a nossa vivência coletiva,na alegria e no sofrimento das horas
Se vpu comer, rezo
Se levo um folgo ao cinema, reza, agradeço me ajoelho a alma portentosa dos percebidos prazeres do entretenimento na cidade, devoto meu amor a esses etéreos e numinosos processos culturais de sociabilidade terna, amigável, rezo por essa amigabil8dafe e qa paz que seu tempo proporciona
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minha arte é viver
num céu surrealista
de paixões intensas
pela terra amorosa
essencial consagrada
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o bRasil é muito novo, eesse bRasil das escolas de samBa::
a ideia de uma pátria que agradece a dor com ginga, beleza, quietude profunda da alma, calma e brandura diante do caos e da escravidão, é uma ideia em algo europeia mas com verdades míticas aborígenes incrustradas, c.omo na coroA de rainha e rei que o povo enverga durante o Carnaval
eu serei a minha
miséria com fome, mais big techs de fermentação neonazista, com brasileiro ardor algo incompreensível, nessa quarta de cinzas
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as querelas
do mundo, as
esqueço ::
sonho lento
que artisticamente
denso forneço
em prol dessa manhã maneirinha, sublime, ardorosa qual sereno sumo
de fruTas, as piedosas mães me ritualizam, me põem em posição urdida,
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os pensamentos
amorosos
pairam sobre
a poeirA
das confusões
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viver é estar na linha de tiro do outro
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sou ligeiro
e ansiolítico
lisérgico,
nada me
ameaça,
constrange,
deprime
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identifico
a infelicidade
na desatenção
ao outrodentifico
a infelicidade
na desatenção
ao outro
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o povo constelação
o povo peixe que mora livre no mar
o povo eco das ondas cósmicas mais distantes
o povo sábio querido e iluminação, visto como poesia e canção
++ aproximação só outro por viés animista
aquele complexo de possibilidades que é o outro, basta artisticamente animar-se para o contato e obter nos encontros imponderáveis alvores
essa antropofagia seria o contrário do consumo ligeiro ou enfastiado que uns impõem as outros (agosto 24
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